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Vinícola Portugal

Adega Cooperativa de Redondo

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Dados gerais

Razão social

ACR

Localização

Portugal, Alentejo, Redondo

Fundação

1956

Local do vinhedo

Portugal, Alentejo, Redondo

Área plantada

1.500 ha

Proprietário

-

Enólogo

-

Produção anual

-

Exportação

-

Descrição

A ADEGA COOPERATIVA DO REDONDO, CRL, é uma associação de viticultores, constituída em 30 de Junho de 1956, tendo iniciado a produção de vinhos em 1960. A sua sede e instalações situam-se na vila de Redondo, a 35 Km de Évora capital do Alto Alentejo.

A sua área social, com cerca de 1.500 ha de vinha, circunscreve-se às freguesias de Montoito e Redondo e ainda a parte dos conselhos de Alandroal e Évora. A sua produção anual já se aproximou dos 9 milhões de litros de vinho, sendo todo ele comercializado em garrafas de vidro do tipo "Bordalesa", utilizando rolha de cortiça natural.

Histórico

No século XIX, devido ao aparecimento catastrófico do oído, míldio e floxera, os viticultores viram-se obrigados a realizar consociações para sobreviver. Mas no século XX, a criação de adegas cooperativas veio-lhes dar novo ânimo e fazer renascer a cultura da vinha e do vinho. É neste contexto que a AcR é fundada, em 1956, por um grupo de 14 viticultores.

O potencial vínico do Alentejo foi cabalmente confirmado na década de 80, época em que a AcR iniciou uma franca expansão, visível no aumento da produção e estruturas a ela associadas. De acordo com essa filosofia de mudança, foram investidos várias centenas de milhares de euros nos sectores de recepção de uva, sua transformação e armazenamento, bem como enologia, que vieram dar novo alento á Adega.

Atualmente, a produção dos vinhos Real Lavrador, Terra d'Ossa, Porta da Ravessa, Anta da Serra, Monte Ferra, Chardonnay AcR e Reserva AcR é feita em modernas instalações, permitindo a produção de 12 mil garrafas por hora.

A concessão sem limite de licenças de plantio de vinha, que tem levado a uma expansão desmesurada da vinha no Alentejo, sem haver garantia de colocação da produção no mercado, preocupa a AcR. Teme-se que a enorme quantidade de vinhos produzidos afete a qualidade reconhecida dos vinhos do Alentejo.

Esta é apenas uma das razões que leva a direção da AcR a procurar novos desafios. Tendo já conquistado o mercado nacional, há que estudar novos horizontes no mercado internacional e embora o Brasil continue a ser o país que mais consome vinhos produzidos no Alentejo, a Adega quer explorar as possibilidades abertas pelo mercado comunitário do Velho Continente, diversificando assim a origem da clientela.
Além desta aposta, a AcR tem já na manga a reformulação do vinho topo de gama, a introdução no mercado de novos produtos, bem como o reforço das vendas da generalidade das marcas. Todas estas mudanças inserem-se já na filosofia de perpetuação do bom nome da AcR, com quase 50 anos de história.

Hoje, a Adega é um dos maiores produtores de vinho da Região do Alentejo, congregando cerca de duas centenas de viticultores, cerca de 98% da sub-região do Redondo.

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